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Clayton tem grande chance com Micale

O futebol tem dessas coisas. Um jogador pode ir do céu ao inferno, de herói a vilão da noite para o dia. Em algumas vezes, um atleta é exaltado, em outras, execrado. Tudo isso faz parte do futebol, esporte mais popular do planeta e muito ligado à paixão. O atacante Clayton viveu os dois lados da moeda em sua passagem pelo Atlético. O avante era visto como uma das grandes promessas do futebol brasileiro quando o Galo conseguiu a sua contratação, em 2016. Depois, passou a ser desnecessário, porque as expectativas em torno do seu futebol não se confirmaram, e acabou emprestado ao Corinthians. Agora, com o baixo desempenho do time, o jogador retorna ao elenco como possível solução para o ataque alvinegro.

Com dificuldades de deixar a equipe mais intensa, pelas características dos atletas disponíveis no elenco, o técnico Rogério Micale vê no atacante qualidades importantes para deixar a equipe mais próxima daquilo que ele considera o ideal. “Era a possibilidade de buscar um atleta que é nosso, que foi adquirido pelo clube e que todos gostariam de tê-lo quando o Atlético o contratou. É um jogador jovem, que conheci no Figueirense e que levei para a disputa do Pan-Americano (2015) com a seleção brasileira. É um atleta sem custo e que atende essa característica de profundidade. É um jogador de beirada, tem potência e estava disponível”, analisou.

Questionado sobre a oscilação de Clayton no Galo e no Corinthians, Micale afirma que alguns jogadores precisam de um tempo maior para deslanchar. E ele espera que esse momento do atacante tenha chegado. “Muitas vezes, a gente compara um jogador mais jovem com as exceções, que são jogadores jovens que despontam muito rápido, como o Neymar, como o Gabriel Jesus. Mas outros requerem um tempo de maturação maior. O Clayton estava no Figueirense, veio para o Atlético e deu um salto muito maior. Depois, foi para o Corinthians, que é do mesmo patamar. De repente, o processo de maturação dele é maior. Queremos que ele ache essa maturação o mais rápido possível, pois esperamos que ele possa nos ajudar.”

Valorizado. Para vencer a concorrência e contratar Clayton, o Atlético pagou cerca de R$ 13,5 milhões ao Figueirense, além de ceder, por empréstimo, na época, o meia Dodô e o atacante Rafael Moura. O treinador do Galo era o uruguaio Diego Aguirre.

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