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Cruzeiro pode ter especialista em faltas após 14 anos.

Além da qualidade técnica, Frederico Mancuello, meio-campo recém-contratado pelo Cruzeiro, é um grande batedor de faltas. No declínio do futebol brasileiro isso virou um artigo de luxo. Qualquer clube que tenha um bom cobrador já sai em vantagem contra os demais.

É interessante constatar que o Cruzeiro foi Tri-Tetra Brasileiro praticamente sem fazer gols de falta. Júlio Bastista fez três e Egídio fez um ao longo de dois anos. Éverton Ribeiro fez um golaço contra o Defensor na Libertadores 2014, mas ficou só nisso.

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O Cruzeiro está há anos sem um batedor que inspire confiança. Os últimos especialistas do clube foram Alex (2002-2003-2004) e Valdo (1998-1999). É muito pouco. É ridículo. E escancara a decadência do futebol brasileiro. Até o final dos anos 90 todo clube possuía ao menos um especialista em bola parada. E cada um deles se caracterizava pelo rigor nos treinamentos.

Nos Brasileiros 2008 e 2009 constatou-se que os melhores batedores de falta eram Ramon Menezes, Petkovic e Rogério Ceni. Todos acima de 36 anos. Era o anúncio do fim de uma safra de especialistas.

Thiago Neves e Arrascaeta decepcionaram nesse quesito em 2017. Será que treinam o suficiente?

A torcida do Cruzeiro espera que Mancuello ocupe o vácuo que Alex e Valdo deixaram na entrada da área.


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