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Dilma Rousseff completa 70 anos nesta quinta-feira

Nascida em Belo Horizonte (MG) no dia 14 de dezembro de 1947, a ex-presidente Dilma Rousseff completa 70 anos nesta quinta-feira (14). A ex-presidente, que nos últimos meses vem se dedicando a movimentos sociais e políticos, ensaia seu retorno à Brasília e deve concorrer a uma vaga ao Senado Federal em 2018.

Entre os políticos que parabenizaram Dilma nas redes sociais, estão a deputada federal Jandira Feghali (PCdoB) e o ex-governador da Bahia e ex-ministro Jaques Wagner.

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“70 anos de luta! Enverga, mas não quebra, como toda mulher de fibra! Parabéns!”, registrou Jandira Feghali.

“A presidenta legítima do Brasil completa hoje 70 anos. São sete décadas combatendo o bom combate, lutando por mais igualdade, justiça social e democracia. Mulher de garra, de fibra, você será para sempre lembrada por sua honestidade, por seus valores e por sua dignidade. Uma mulher que nunca recuou e nunca se abateu mesmo tendo sido vítima de uma das maiores injustiças de nossa História. Ontem, hoje e para sempre nosso #CoraçãoValente! Parabéns, Dilma!”, afirmou Jaques Wagner.

Dilma teve seu mandato cassado definitivamente em agosto de 2016, em um processo de impeachment que teve início em maio do ano passado. A destituição é ainda hoje questionada por entidades brasileiras e internacionais, pelos interesses que tornaram-se evidentes após a saída da então presidente e pela condução do processo.

Entre as polêmicas surgidas na esteira do impeachment, estão a conversa gravada pelo ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado em que o atual líder do governo de Michel Temer no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), fala de um “grande acordo nacional” e da necessidade de retirar Dilma Rousseff do poder para “estancar a sangria”, em referência a interromper as investigações da Operação Lava Jato que estavam chegando à cúpula do PMDB.

Condutor do processo de impeachment no Congresso Nacional, o ex-deputado e ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ), atualmente preso em Curitiba (PR), foi diversas vezes acusado de manter interesses escusos para que a cassação de Dilma fosse levado a cabo. Recentemente, um dos principais aliados de Cunha, o doleiro Lúcio Funaro, afirmou ao Ministério Público que repassou R$ 1 milhão a Cunha para que o então presidente da Câmara comprasse votos de parlamentares para aprovar o impeachment.

 

Fonte: Jornal do Brasil


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