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Presidente do Galo faz demissões em massa no clube

Foram 50 desligamentos distribuídos em vários departamentos; Segundo o mandatário alvinegro, esses cortes visam melhorar o financeiro da instituição

O Atlético-MG deve acertar o desligamento de mais de 50 funcionários, reflexo da crise financeira provocada pela pandemia da Covid-19, informação inicialmente divulgada pela imprensa de Belo Horizonte. Desde meados de março, o futebol está paralisado, com os clubes sofrendo quedas de receitas.

No fim de março, a diretoria do Galo já havia definido pela redução de 25% dos salários de atletas, comissão técnica e diretoria. Mesmo assim, o clube não conseguiu manter em dia a folha de pagamento.

Agora, os cortes estão sendo definidos, atingindo todas as áreas do clube. No futebol, por exemplo, foi demitido, nessa quinta-feira, o preparador físico Luiz Otávio Kalil, entre outros. Antes da crise da Covid-19 se agravar, o clube já havia dispensado o preparador de goleiros Chiquinho, os seguranças Lúcio Fábio e Jorginho, os observadores técnicos Bernardo Motta e Neguete, além do auxiliar James Freitas.

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Seis jogadores foram colocados fora dos planos do técnico Jorge Sampaoli: Lucas Hernández, Ramón Martínez, Zé Welison, Edinho, Ricardo Oliveira e Di Santo. Entretanto, o futuro deles ainda é discutido.

O clube também tem funcionários em licença não remunerada ou com contratos suspensos.


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