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O divinopolitano está preparado para novo aumento da passaginha?

Por Hugo Serelo.

 

Uma das gírias divinopolitanas mais incomuns é o popular termo “passaginha“. Há décadas na boca dos cidadãos, o termo é também associado ao mau serviço oferecido pelas empresas detentoras do monopólio do transporte na cidade. Faltas de linhas, horários ruins, atrasos de rota, interrupção em paradas, dupla-função dos motoristas, ônibus lotados, carros sujos e preço abusivo são alguns dos elementos que causam a indignação do povo.

A maioria dos usuários do transporte público em Divinópolis nunca se demonstrou indignada com o serviço oferecido. Os insatisfeitos não têm escolha, pois o monopólio impossibilita concorrências nas linhas estipuladas.

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Diante dos fatos, o divinopolitano pagador de impostos terá de se preparar para um novo reajuste de preços, previsto para as próximas semanas. O novo valor ainda é incerto.

Melhorias no transporte não foram anunciadas até o momento.

Belo Horizonte

Na capital mineira, o prefeito Alexandre Kalil (PHS) vetou o aumento de 10% do vale-transporte. O chefe do Executivo alega que o reajuste pedido pelas empresas é abusivo e que só discutirá o assunto após a abertura de uma CPI para investigar as circunstâncias contratuais que as empresas fizeram com gestões passadas.

Usuários divinopolitanos exigem o mesmo.

Abaixo-Assinado

Entre agosto e novembro de 2016, foram recolhidas incríveis 10.200 assinaturas de divinopolitanos pedindo o fim da dupla-função dos motoristas.  As centenas de folhas do pedido foram entregues aos cuidados do então prefeito Vladimir Azevedo(PSDB) , que deixou o documento mofando na gaveta até o fim de seu mandato.

Galileu Machado (PMDB) também ignorou os 10.200 divinopolitanos e não se manifestou sobre a demanda.

Todos os atuais 17 vereadores assinaram o abaixo-assinado contra as empresas de ônibus e durante a campanha prometeram atuar contra a abusiva prática da dupla-função.

 


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