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Já que é pra tombar… Tombei!

Um caminhão da Copasa que trafegava em destino a uma obra de pavimentação, caiu num buraco no Centro e ficou atolado; Em meio a impasse sobre a Usina de Asfalto, prefeitos da AMVI se declararam contra o projeto e apoiaram Galileu na justificativa da manutenção do equipamento

Em meio a um impasse político sobre o futuro da infraestrutura das vias, avenidas e ruas do município, enquanto prefeito, vereadores e deputado disputam a viabilização de um projeto para melhoria do tráfego e mobilidade urbana na cidade, a população se lança ao caos do trânsito e a precariedade das pistas dos bairros.

 

 

Divinópolis e suas pérolas. Ontem, (05), foi a vez de mais um caso pitoresco. Um caminhão da Copasa caiu num buraco, na rua João Notini, entre a rua Mato Grosso e a rua Maranhão. O veículo se deslocava pra um local, onde faria uma manutenção, justamente em outro trecho que requer cuidados na pavimentação. O caso viralizou nas redes sociais e virou motivo de chacota.

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Procurada, a assessoria da concessionária confirmou que o veículo é de propriedade da Copasa e lamentou a situação, mas não prolongou as explicações. Uma cratera já havia sido aberta no mesmo local, em 2014.

 

 

A via segue interditada pela Settrans, que por meio da assessoria da pasta, alegou que a Prefeitura e a Copasa irão resolver o caso o mais rápido possível, entretanto afirmaram que esperam melhores condições climáticas, para poderem performar a manutenção do local.

 

Projeto na Câmara

Nesta semana houve uma votação expressiva, com 15 votos de aprovação, a respeito do projeto da polêmica Usina de Asfalto. Os únicos dois parlamentares que votaram contra, foram o presidente da Casa,R Kaboja (PSD) e o líder do Executivo na Câmara, vereador Eduardo Print Júnior (Solidariedade).

 

Reunião da Associação dos Municípios do Vale Itapecerica; Nove prefeitos que integram a associação se manifestaram contrários ao projeto da Usina de Asfaltos; Informação é que todos os 13 prefeitos são unânimes na decisão.

 

AMVI

Ontem, (05), em reunião pela Associação dos Municípios do Vale do Itapecerica, (AMVI), os treze prefeitos que compõe as cidades integrantes da associação se manifestaram contrários a Usina de Asfalto, incluindo o prefeito de Divinópolis, Galileu Machado (MDB).

O presidente da Amvi, o prefeito de Cláudio José Rodrigues (PSDB) ressaltou que é a discussão foi unânime, tendo o apoio do prefeito de Carmo do Cajuru. Edson Vilela (PSD) chegou a declarar que aceitaria a usina se houvesse consórcio. Já José Rodrigues afirmou que a fala dele foi alterada, para causar o entendimento que o município arcaria sozinho com a usina.

“O objeto da usina não pode ser alterado e o município beneficiado também não pode, que é Divinópolis. Não pode ser Carmo do Cajuru, Cláudio”, explica.
Entre as justificativas estão: falta de garantia para o custeio mensal; falta de mão de obra técnica especializada; dificuldade em estabelecer o rateio entre os municípios; inviabilidade técnica para manutenção do equipamento. Os prefeitos não quiserem dizer em números qual seria o gasto com custeio, apenas afirmaram que nenhum município tem recursos para isso.
“Aqui no nosso país se dá muito equipamento e pouco recurso para custeio. Não adianta dar equipamento. Temos o hospital em Divinópolis. Quem vai custear quando ele estiver pronto. Dar equipamento é muito simples. Quem banca?”, indagou o prefeito de Cláudio, descartando a emenda parlamentar.

 

Cleitinho Azevedo

Coautor da emenda que tem causado muita discussão e polêmica, o deputado Cleitinho Azevedo (Cidadania) chegou a declarar que garantiria o custeio por meio de emenda. Recentemente, ele também se comprometeu a direcionar todas as emendas dele para o Hospital Regional caso a obra fosse retomada. A declaração foi dada em entrevista à Rádio Minas, no programa Bom Dia Divinópolis, comandado pelo jornalista Flaviano Cunha.

As cidades que negaram o projeto da usina foram: Itapecerica, Cláudio, Carmo da Mata, Carmo do Cajuru, São Gonçalo do Pará, São Sebastião do Oeste, Divinópolis, Perdigão, Pitangui, Pedra do Indaiá, Conceição do Pará, Camacho e Igaratinga.

Participaram do encontro ordinário da AMVI nove prefeitos, entretanto, de acordo com o presidente da entidade, os 13 componentes da associação são unânimes, contra o projeto.


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